Deputada Flávia Francischini profere palestra sobre o autismo

Prefeitura promoveu a palestra “Acordei mãe de uma criança autista, e agora?”

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), conhecido apenas como autismo, é um transtorno de desenvolvimento neurológico que afeta as habilidades físicas, motoras, de comunicação e de interação social. Este é o tema da palestra “Acordei mãe de uma criança autista, e agora?”, proferida pela deputada estadual Flávia Francischini na noite da quarta-feira, no Teatro Ópera, promoção da Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Fundação de Assistência Social e da Secretaria Municipal da Família e do Desenvolvimento Social.

A palestrante destaca que informação é uma ferramenta poderosa para construir uma sociedade mais inclusiva e é com esse propósito que se busca criar espaços de diálogo e compreensão sobre o autismo.

“A conscientização sobre o autismo é fundamental para combater o estigma e a discriminação que muitas pessoas com esse transtorno enfrentam em suas vidas diárias. Sempre irei trabalhar pela inclusão e por políticas públicas que ajudem as famílias”, disse Flávia, que é mãe de um pré-adolescente autista.

A prefeita Elizabeth Schmidt ressaltou a importância de discutir e se informar sobre o autismo. Segundo ela, o autismo é um transtorno que afeta muitas pessoas ao redor do mundo e é essencial que nossa sociedade esteja preparada para acolher e incluir todos aqueles que vivem com o autismo.

“Durante a palestra, pude aprender muito mais sobre as diversas nuances do autismo e como ele pode se manifestar de maneiras diferentes em cada indivíduo. A deputada Flávia tratou de maneira didática, em uma abordagem sensível e esclarecedora sobre a maternidade atípica, que traz à tona questões importantes sobre o tema e suas implicações na vida das famílias”, disse a prefeita.

A presidente da Fundação de Assistência Social, Tatyana Belo, salienta que a inclusão mais efetiva da pessoa autista acontecerá a partir do momento em que a sociedade tenha o conhecimento necessário sobre o tema.

“O respeito e a empatia são fundamentais tanto para o autista, bem como para os seus familiares. Devido a isso, quanto mais pessoas entenderem seu funcionamento, mais rápido e fácil será a inclusão”, finaliza Tatyana.

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