Ponta Grossa é a 10ª cidade do Brasil em saneamento básico

99,9% da cidade conta com acesso à água potável e à coleta de esgoto.

Ponta Grossa subiu uma posição na 16ª edição do Ranking do Saneamento com o foco nos 100 municípios mais populosos do Brasil, realizado pelo Instituto Trata Brasil (ITB), em parceria com GO Associados. PG assumiu a 10ª colocação. O levantamento levou em consideração indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano-base de 2022, publicado pelo Ministério das Cidades.

De acordo com o estudo realizado anualmente desde 2007, Ponta Grossa se enquadra na categoria que possui, juntamente com 18 municípios brasileiros, o atendimento total de água superior a 99%.

Apenas cinco municípios da amostra possuem 100% de coleta de esgoto. Outros 35, incluindo Ponta Grossa (99,9%), possuem o índice de coleta superior a 90%.

Portanto, de acordo com os indicadores, Ponta Grossa pode ser considerada universalizada conforme o Novo Marco Legal do Saneamento Básico, em ambos os casos.

O cenário ponta-grossense ainda é mais positivo se comparado com a realidade de outros municípios brasileiros. O estudo aponta que a falta de acesso à água potável impacta quase 32 milhões de pessoas no país e cerca de 90 milhões de brasileiros não possuem acesso à coleta de esgoto, refletindo em problemas na saúde para a população.

Para a prefeita Elizabeth Schmidt, estes dados demonstram o bom trabalho realizado pela Sanepar e o olhar atento do governo municipal, por garantir que quase a totalidade da população tenha tanto água tratada quanto a devida coleta e destinação de esgoto. Mesmo com os bons números, a Chefe do Executivo almeja mais para a cidade.

“Ponta Grossa novamente é referência entre os municípios brasileiros. O acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário são direitos indiscutíveis. Estamos falando em saúde, qualidade de vida e dignidade. Embora nossos índices sejam ótimos, ainda temos como melhorar, e é isso que vamos buscar. Aliás, já estamos fazendo isso, ampliando a rede de distribuição de água para espaços que ainda não contavam com esse serviço, como no Ouro Verde”, exemplifica a prefeita.

O Instituto Trata Brasil monitora os indicadores dos maiores municípios brasileiros com base na população, com o objetivo de dar luz a um problema histórico vivido no país.

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